“O PLANEJAMENTO ENERGÉTICO DA MATRIZ VEICULAR DO BRASIL ATÉ 2030”: Evento será em Recife

A Paraíba estará representada pelo Presidente Executivo do Sindalcool, dr. Edmundo Barbosa, que aqui comenta a importância da ocasião.

Segunda-feira, 26/03, Recife sediará um importante evento sobre o planejamento energético da matriz veicular do Brasil, realizado pelo Sindaçúcar e parceiros como FIEPE, Sindalcool e Sonal.

A solenidade de abertura contará com as presenças do Presidente da FIEPE, Ricardo Essinger; o Presidente do Sindaçúcar, Renato Cunha; o Governador de Pernambuco, Paulo Henrique Saraiva Câmara; e o Ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho; entre outras autoridades.

Durante todo o dia serão abordados temas como:

  • Potencial de Negócios em Exploração de Petróleo e Gás nos Estados do Nordeste do Brasil
  • RenovaBio – Indutor de Modernização e Competitividade
  • RenovaBio, Gás para Crescer e Combustível Brasil
  • Avaliação da RenovaCalc no âmbito do RenovaBio
  • Regulação da Certificação no RenovaBio
  • Projeções de Oferta e Demanda do Etanol, Gasolina, Biodiesel e Diesel,

sendo este último apresentado pelo Dr. José Mauro Coelho, da Empresa de Pesquisa Energética; e debatido pelos senhores Edmundo Barbosa, Presidente Executivo do Sindalcool – PB, e Roberto Holanda Filho, Presidente da Biosul – MG.

O Presidente Executivo do Sindalcool PB, Edmundo Barbosa, comentou a importância do evento: “O tema do evento, planejamento energético, remete ao RenovaBio. Todos os produtores necessitam de previsibilidade, conhecer e discutir o abastecimento de biocombustíveis e de combustíveis fósseis. Esse é o propósito do encontro desta segunda 26 de março na FIEPE, que oferece oportunidade para conhecer e ouvir os membros do Ministério das Minas e Energia, da Embrapa Meio Ambiente, da ANP e o Dr Plínio Nastari, brilhante representante da sociedade civil no Conselho Nacional de Política Energética. Sem energia não há desenvolvimento. O RenovaBio já contabiliza 1,3 trilhão de reais em investimentos no Brasil até 2030. Estamos trabalhando pela formação do mercado de carbono através do CBIO, além do reconhecimento do Etanol e dos demais biocombustíveis.”

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