Edmundo Barbosa se reúne com presidente e assessor da CNA para agradecer pelo apoio na CAMEX

Honrado junto com os que defendem a dignidade e os negócios da produção de alimentos e dos Biocombustíveis. Nesta semana o Dr. Edmundo Barbosa se reuniu  com João Martins, presidente da Confederação Nacional da Agricultura e do Assessor Denis Rosenfield para agradecer o apoio da CNA na CAMEX. Na oportunidade, ele ofereceu um exemplar de planta apícola para a produção de mel e pólen, uma Acácia Mimosa.

Proporção de cana-de-açúcar para produção de etanol segue em queda

O Boletim Setor Sucroalcooleiro CEPER/Fundace, elaborado por pesquisadores do Centro de Pesquisa em Economia Regional da Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia, apurou que após ter atingido 59,5% na safra de 2015 a proporção de cana-de-açúcar utilizada na produção de etanol deve chegar a 52,9% na safra 2017/2018.

O boletim traz também informações sobre produção e produtividade de cana-de-açúcar, etanol e açúcar no âmbito nacional e por regiões do Brasil. Análise sobre o mercado de trabalho no setor apontou uma redução de 53 mil vagas no cultivo da cana-de-açúcar entre 2009 e 2015, fruto principalmente da mecanização na colheita. O boletim destaca ainda o aumento da participação do estado de São Paulo na geração de emprego do segmento de fabricação de açúcar refinado nacional que saltou de 7,9%, em 2011, para 22,9%, em 2015.

Com relação ao à safra 2017/2018 a previsão é que sejam produzidas 647 milhões de toneladas, o que faria desta a menor safra dos últimos três anos, com quedas de 3,2% e 5,3% nas regiões Sudeste e Sul, respectivamente. Confirmadas as previsões da CONAB, para a safra 2017/2018, a região Sudeste produzirá 65,1% do total de cana-de-açúcar do país, o que corresponde a quase 421 milhões de toneladas.

Os números sobre produtividade reunidos pelo boletim mostram estabilidade e nível nacional com queda significativa, de 17,5%, apenas na Região Sul. A região, entretanto, representa pouco mais de 6% do total de cana-de-açúcar produzida no país. Ao final da safra 2017/2018 a previsão é que a produtividade média nacional seja de 73.273 toneladas por hectare. A região mais eficiente em produção segue sendo a Sudeste que colhe 77.074 toneladas por hectare.

“A safra 2011/2012 apresentou a última grande variação de produtividade com queda considerável deste indicador. Na ocasião, o impacto foi negativo devido à falta de chuvas em 2010, e à geadas e ao florescimento excessivo em 2011”, afirma Luciano Nakabashi, pesquisador do Ceper/Fundace e professor do Departamento de Economia da FEA-RP/USP.

O Boletim Setor Sucroalcooleiro pode ser acessado na íntegra no site da Fundace, clicando aqui.

Fonte: portaldoagronegocio.com.br

 

Brasil aprova 1ª cana transgênica no mundo, diz CTC

Cana Bt passou por rigorosa avaliação da CTNBio, que a considerou segura sob os aspectos ambiental e de saúde humana e animal

São Paulo – A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira o uso comercial da primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada (Cana Bt) desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), informou em nota o CTC.

A Cana Bt passou por rigorosa avaliação da CTNBio, que a considerou segura sob os aspectos ambiental e de saúde humana e animal, segundo a empresa.

“Esta é a primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada aprovada para comercialização no mundo”, ressaltou o CTC, empresa 100 por cento brasileira com foco em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de variedades de cana-de-açúcar e outras tecnologias disruptivas.

A nova variedade, CTC 20 Bt, tem como característica a resistência à broca da cana (Diatraea saccharalis), principal praga que ameaça a cultura.

Fonte: Exame

Cana-de-açúcar deu origem a 17,5% de toda energia do Brasil em 2016

Um documento liberado pelo governo, consolidou os dados mais importantes sobre a matriz energética brasileira. Os dados finais de 2016 revelam o tamanho da relevância da cana-de-açúcar para o país e onde foi registrado crescimento em relação ao ano passado.

Entre os destaques está a participação da cana-de-açúcar, que correspondeu a 17,5% de toda a oferta nacional de energia.

Mesmo com a ampliação da cana-de-açúcar na matriz brasileira no ano passado, o ritmo é menor do que um ano antes. Em 2015, a produção e o consumo de etanol elevaram a participação do setor sucroenergético na matriz energética brasileira, aproveitando em parte a queda do combustível fóssil no mercado. Nos números de 2016, pode-se perceber que o recuo geral no mercado de combustíveis, reflexo do cenário econômico nacional, e a nova dinâmica de preços para a gasolina resultaram em recuo na participação do etanol. Por outro lado, cresceu a contribuição da cana no que se refere à cogeração de biomassa.

Além disso, os valores mostram que a participação da cana na matriz energética nacional alcançou o mesmo nível de 2010. E mais, em 2009 a cana teve uma presença maior do que em 2016. Uma consideração importante é que esse valor de 17,5% alcançado no ano passado já é superior à meta do Brasil para 2030, estabelecida no NDC em 16%. Ou seja, o que o Brasil precisa fazer nos próximos 13 anos é manter esse percentual, podendo até reduzir a participação da cana em 1,5%.

O trabalho é utilizado por especialistas do mundo inteiro para entender os rumos energéticos do Brasil. O cálculo considera toda a energia disponibilizada no país ao longo de 2016, incluindo eletricidade e combustíveis, a partir de fontes renováveis e não renováveis.

Fonte: Nova Cana

Comemoração da semana do meio ambiente baseada em práticas sustentáveis

Neste dia 05 de Junho, dia mundial do meio ambiente, temos muito a comemorar nas práticas sustentáveis para um futuro melhor para todos os setores econômicos.

Assim, o SINDALCOOL, estimula a discussão de pautas baseadas no compromisso com o meio ambiente e com a sustentabilidade. Somos o maior produtor de energia renovável do Brasil 16,9% de participação na matriz energética, com a produção de etanol (hidratado e anidro) e a bioeletricidade (energia elétrica do bagaço de cana). Nas usinas, se pratica a sustentabilidade em todo o processo produtivo, com a introdução de novas tecnologias como a colheita mecânica e redução da queima da cana, a otimização do uso da água na indústria e reutilização de todos os resíduos gerados.

Uma parceria com a qualidade de vida. E menor poluição

Em reunião essa semana a CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), após a consulta pública, debaterá sobre a inciativa do governo federal em instituir o Renovabio.

O programa RenovaBio, é uma proposta de regulação que visa:

– induzir ganhos de eficiência energética, porque os automóveis aproveitam apenas 26% do combustível utilizado

– reconhecer a capacidade dos combustíveis promoverem descarbonização. A cana sequestra carbono da atmosfera, o etanol e o biodiesel evitam emissões poluentes.

RenovaBio promove o RECONHECIMENTO da capacidade dos biocombustíveis contribuírem para o meio ambiente e o desenvolvimento regional, algo que nunca aconteceu na história do etanol e do biodiesel, e que pode se estender ao biogás, o biometano e o bioquerosene. O programa busca induzir e reconhecer níveis superiores de:

Eficiência Energética na Produção e Uso de Biocombustíveis

Intensidade de Carbono (IC) de cada Biocombustível

Conceito integrado de Ciclo de Vida, e

Aplica-se inclusive a derivados de petróleo.

Renovação para o nosso sistema e oportunidade, UNICA, União da Indústria de Cana-de-Açúcar defende a aprovação e o andamento desse processo.

Para entender mais: Lançamento REnovaBioUma chance ao biocombustívelRenovaBio

Reunião Comitê de Agroenergia define diretrizes para o programa RenovaBio

Na quinta-feira passada, dia 8 de junho, houve a votação sobre o Programa RenovaBio, que tem por objetivo expandir a produção de biocombustíveis, com o reconhecimento da sua contribuição para a economia, o meio ambiente, o desenvolvimento social e para a matriz energética brasileira.
Ao aprovar as diretrizes do Programa, o Conselho Nacional de Políticas Energéticas (CNPE), dá uma chance aos produtores fazendo com que o setor se amplie.
O aumento da demanda de cana com o RenovaBio trará maior número de empregos gerados pelo setor no Brasil. O país cumprirá os compromissos assumidos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se tornará mais competitivo internacionalmente, afirma Edmundo Barbosa, presidente executivo do Sindalcool.
Além disso, uma das diretrizes do Programa é fixar metas de emissão de gases para distribuidoras de combustíveis, fazendo com que aconteça a “descarbonização”.
Com muita expectativa, que todos os produtores e usineiros esperam que passe o projeto pela câmara dos deputados, é necessário o compromisso de todos os Parlamentares e a sociedade civil que procura reverter todo esse processo de desempregos que se instala em nosso país. Outro desafio será a luta com as distribuidoras.

BRASÍLIA-DF, 13/06/2017. Fernando Coelho Filho, Ministro de Minas & Energia, participa da reunião do Comitê de Agroenergia da Associação Brasileira do Agronegócio e o Presidente Executivo do Sindalcool/PB Edmundo Barbosa. Local: Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB
Foto: Saulo Cruz/MME

Já, nessa última terça-feira dia 13, tivemos a reunião do comitê formado para cada Secretário da Agricultura entregar um oficio. Membros do Conselho de Secretários da Agricultura, inclusive o Dr. Rômulo Montenegro, da Paraíba enviou carta semelhante. Nessa carta mostra-se os benefícios do RenovaBio, e a comemoração do adiantamento do Programa.

Fotos da reunião

Artigo: O que é o RenovaBio? – Plinio Nastari