A terceira Cúpula de Finanças Verdes, investimento em ações, aconteceu na terça-feira, 2 de julho de 2019, coincidindo com a Semana de Ação Climática de Londres.

A principal conferência anual Green Finance Summit da Cidade de Londres mostrou as últimas novidades em política financeira verde, desenvolvimentos de mercado e lideranças de pensamento.

A 3ª Cúpula reuniu especialistas do setor, formuladores de políticas, principais vozes e as mentes mais brilhantes do setor de finanças verdes, com uma agenda voltada para investimentos, aceleração e cumprimento de compromissos de financiamento verde.

O presidente executivo do Sindalcool, Edmundo Barbosa, esteve presente no lançamento do Green Finance Institute, quando todos os olhares se voltaram para o futuro. Os principais palestrantes, foram Mary Robinson, Chair, The Elders; Hoesung Lee, Presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima; António Horta-Osório, CEO do Lloyds Banking Group e John Glen MP, Secretário Econômico do Tesouro.

Sobre a ocasião, Edmundo Barbosa comentou: “a importância do evento foi exatamente conectar e estabelecer relacionamento entre cerca de mil e trezentas pessoas, todas envolvidas e com o mesmo objetivo. Estavam representados bancos de investimento, fundos de pensão, empresas de investimento em finanças em energia renovável, enfim, empresas envolvidas de fato com sustentabilidade e com green finance, que tem hoje uma certificação no mercado financeiro. Isso é um grande avanço, pra nós representa uma grande esperança, porque nós estávamos lá, eu e mais dois brasileiros, com o propósito de promover, divulgar e fazer com que o mercado financeiro internacional conheça o que são os certificados que passarão a ser emitidos pelas empresas produtoras de etanol no Brasil. Esperamos que com isso todos possam promover cada vez mais a transição pra uma economia de baixo carbono, uma economia com muito mais sustentabilidade, com investimentos cada vez mais responsáveis”.

De Londres , o sr. Edmundo Barbosa seguiu para acompanhar evento na China. O caminho para 2020 exige maior ação dos governos para elevar seus compromissos climáticos e para que todos os atores econômicos aumentem investimentos e ações na transição para uma economia resiliente e de baixo carbono.

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