O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) publicou em junho deste ano o “Estudo Técnico de Indicadores Socioeconômicos e Ambientais do Estado”. Na publicação, o tribunal levou em conta estudos do Sindalcool-PB sobre o consumo de gasolina, etanol e emissões poluentes no estado.
O material do TCE-PB pode ser baixado na íntegra pelo link.
A partir da página 99, o estudo apresenta os seguintes gráficos:

O gráfico 7.a demonstra que houve uma manutenção no consumo de etanol no estado desde 2020, com maiores taxas no ano de 2022 (ano de 2023 não foi considerado ainda a sua totalidade).
O etanol hidratado evita cerca de 90% da quantidade de CO2. O etanol anidro, além de aumentar a octanagem do combustível fóssil, também ajuda a reduzir as emissões do blend.

O gráfico 7b leva em consideração também a taxa (em toneladas) de emissões de combustíveis fósseis decorrentes da queima destes produtos, no qual pode-se analisar pelo gráfico 7.c

Queima de combustíveis fósseis têm impacto negativo para a saúde
O combustível fóssil foi responsável por emitir cerca de 1.397.647,33 milhões de toneladas de CO2 equivalentes.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a queima de combustíveis fósseis, de onde vem grande parte das emissões mundiais, é responsável pelas mudanças climáticas, pelo aumento das doenças, entre outras consequências graves contra o desenvolvimento sustentável.
